HOSPITAL REGIONAL HÉLIO MORAIS MARINHO

Estrutura do Hospital Regional Hélio morais marinho foi construida pelo Prefeito na epoca Valdemiro Pedro Viana. O fotógrafo dessa vez foi o Renilson de Freitas.

OS EXPLOSIVEIS NA DÉCADA DE 70

Grupo musical que marcou a década de 70 em Apodi. O grupo era formado por seis componentes. Da esquerda pra direita podemos ver no sax tenor Izaurinho, Zé de Walter baterista,(amigos do grupo) Indinha e Wilami, Damião baterista, Luis de Castro (era o empresario do grupo) logo em baixo vem Manoel do conjunto na guitarra base, no trompete Raimundo de Freitas, no contrabaixo Irinaldo e finalmente na guitarra solo Walter. Essa foto foi tirada na epoca pelo fotógrafo Gabriel no teto da igreja matriz de Apodi .
Na foto, Raimundo de freitas segurando o trompete, em baixo wilami era amigo do grupo, e segurando a guitarra Walter.

VALDEMIRO PEDRO VIANA



Valdemiro Pedro Viana nasceu no Sítio Santa Rosa, município de Apodi-RN, no dia 17 de maio de 1925, filho do agricultor Manoel Pedro Joaquim Viana e  Francisca Antônia de Oliveira. Aos 7 anos de idade começou a trabalhar  na agricultura  e também iniciou seus estudos com a professora Analice Barbosa no Sítio Anselmo, onde perfazia a pé um percurso de 8 km de ida e volta  da sua casa até a escola. Valdemiro trabalhou em olarias no fabrico de tijolos e telhas, foi pescador, pecuarista, pedreiro, barbeiro, comerciante, carpinteiro, político, empresário, repentista e tocador de viola. Após concluir o ensino primário, parou os estudos e se dedicou ao trabalho da agricultura, chegando a ser o maior produtor de arroz do município de Apodi.

Aos 25 anos, passou a construir uma casa e começou a pensar em constituir uma família. Em 19 de Abril de 1952, casou-se com Maria Fernandes de Sousa (Dona Mozinha) e deste matrimônio nasceram dez filhos: Neta (in memorian), Rita, Gilvan, Socorro, Dilma, Vilma, Vilmaci, Antônio, Júnior e Vanuza.

Fundou e dirigiu as seguintes instituições: Sindicato Rural de Apodi e Cooperativa Rural de Água Fria; foi vice-presidente da Coopermil, membro da Comissão da Missão Rural pertencente à Diocese de Mossoró, presidente do Centro Social Éneas Barbosa do Sítio Água Fria. Depois de exercer os cargos de presidente do Centro Social de Água Fria, de líder comunitário em Santa Rosa, além de participar de vários outros movimentos ligados a ação comunitária, Valdemiro finalmente chega à política do seu município, elegendo-se vereador no ano de 1962.

Um fato marcante na vida pública de Valdemiro foi a oportunidade que teve quando assumiu durante 40 dias a prefeitura de Apodi no período de 18 de fevereiro à 30 de março de 1963, por motivo do afastamento do prefeito João Pinto. Foi através deste trabalho que Valdemiro ficou conhecido como um grande administrador, sincero, honesto e cumpridor dos seus deveres.

Como vereador mais votado em 1962, logo conseguiu ser eleito o Presidente da Câmara Municipal dos Vereadores de Apodi, onde após desenvolver ótimo trabalho, foi conclamado a ser o próximo candidato a prefeito nas eleições de 1968, tendo sido vitorioso ao lado do vice Júlio Marinho. Ao terminar o primeiro mandato, Valdemiro foi ser empresário ceramista e produtor de arroz. Em 1976, foi eleito pela segunda vez Prefeito de Apodi, tendo Hélio Marinho como vice. Nas duas vezes em que ocupou o cargo de prefeito de Apodi, Valdemiro conseguiu empreender uma administração plena de realizações. Com todos os benefícios prestados, Apodi deu um passo de gigante em busca da pujança que hoje representa para o Estado.

Dentre tantas obras que realizou, destacam-se: eletrificação da cidade de Apodi, dos Sítios: Melancias, Soledade e São Lourenço; implantação do sinal de TV Verdes Mares de Fortaleza; construção do Açude Melancias; do conjunto COHAB; implantação do sistema de telefonia TELERN; implantação do Banco do Nordeste; implantou o sistema de abastecimento de água da CAERN; construiu várias escolas rurais, nos seguintes sítios: Pitombeira, Traira, Cápua,Santa Cruz, Poço Verde, Santa Rosa,Sororoca, Bamburral, Bela Vista, Pindoba, Rio Novo, Trapiá, Baixa Fechada, São Lourencinho,  Góis, Soledade, Retiro, Ponta, Melancias, Lajes do Meio e também a Unidade Educacional Professora Lourdes Mota; construiu o Cemitério Público do Sítio  Soledade; construiu a estrutura do hospital regional Hélio Morais Marinho, postos de saúde nos sítios:Soledade, Melancias, Córrego,Santa Rosa, Sitio do Góis .Implantou o MOBRAL, Casulo e o ensino de 2° grau no município de Apodi.

Durante dez  anos  prefeito, várias outras obras foram realizadas, obras essas que  colaboraram para o   desenvolvimento do município de Apodi.

Valdemiro faleceu no dia 02 de junho de 2001 no Hospital do Coração em Natal-RN, vitima de falência múltipla dos órgãos.

Fonte: Vilmaci Viana
Biografias

EQUIPE DA ACDA NOS ANOS 70

Na imagem acima, uma das melhores equipes que Apodi já teve, a equipe da ACDA.
A equipe tinha dois grandes craques, o Jáu e o famoso Traça, que veio de Assú jogar em Apodi na época.
Essa foto foi tirada em setembro de 1974, pelo fotógrafo Xavier.

Grande movimentação do PT na cidade de Apodi

Partido dos Trabalhadores (PT) é um partido político brasileiro. Fundado em 1980, é um dos maiores e mais importantes movimentos de esquerda da América do Sul. Maior partido na câmara do deputados.
Nas imagens a cima,você ver uma grande movimentação do PT na feira livre de Apodi.

GRUPO DE CHORINHO

GRANDE E COMPETENTE PROFESSOR DE HISTÓRIA

GRANDE E COMPETENTE PROFESSOR DE HISTÓRIA DO GINÁSIO ESTADUAL PROF. ANTONIO DANTAS - PROF. GERSON LOPES GUERRA,FILHO DO CELEBRADO HISTORIADOR VÁLTER DE BRITO GUERRA/ANTONIA LOPES. GERSON FALECEU A 30.10.1980. 

CRIMES NAS RUAS DE APODI

            

Benditas sejam no futuro os nomes das ruas de Apodi! Porque o que se veem hoje é uma lástima os nomes de pessoas que são nomes de ruas. Os agraciados são figuras inexpressivas e de passado não elogiáveis. São verdadeiros crimes nas ruas por perpetuarem entes em que nada representam a história da nossa cidade.
Em 1998, tomando a iniciativa como qualquer um cidadão apodiense no uso dos seus direitos, publiquei no Jornal Oestano (ver mês de novembro, página 2, número 15), um chamado refletindo sobre o assunto. Mas parece que foi um grito sem eco, tudo em vão. Por isso retomo este tema por banalizarem o que se devia ser considerado de extrema importância.
A Câmara Municipal de Vereadores de Apodi cai na aberração ao aprovar tamanho absurdo que vai a desencontro aos princípios da valorização da sociedade. Para mim, os vereadores não só causam vergonha por cometer crimes aos filhos ilustres do Apodi, por olvidá-los, como também por demonstrarem desconhecer ou não querer reler a história do nosso município. Assim também se estende, reporto-me, àquele que está investido no cargo máximo do executivo do Palácio Chico Pinto, por ser conivente com o que vem da Câmara Municipal e sanciona o que deveria ser vetado por justa e legítima causa. Quais os critérios para a escolha, quem faz a triagem? Pois o que se ver são trocas de valores, o injusto em vez do justo, o incapaz invés do capaz e o insignificante sobrepondo o que foi significante para a sociedade. O que se tem vistos emplacados nas esquinas das ruas, muitos, não são merecedores de ser nome nem de rinha de galo ou de circo de tourada. Estão confundindo Apodi localizado no Oeste com vilões do Far West? Não seria melhor optar pelos os nomes da nossa fauna? Quem são esses (nomes de parentes de vereadores e “aderentes”?) que hoje são nomes de ruas e que em nada representam o Apodi. Que me prove o contrário traz-me o curriculum social de serviço prestado e de contribuição destes entes para então aceitá-los de bom grado.
Tem valor tais homenagens dadas pela edilidade sem base argumentativa convincente para ressaltar quem não merecem ser de fato emplacado, com isso ofuscando os filhos ilustres do Apodi e os que contribuíram para o progresso da nossa terra e fazem jus serem nominados com nomes de ruas, estes não estariam sofrendo um golpe traiçoeiro e baixo, por parte do legislativo municipal, como também atingindo as famílias daqueles por verem nomes que não engrandece em nada o nosso passado histórico?  
Foi um absurdo, uma vergonha retirar o nome de Tiradentes da travessa de mesmo nome para laurear alguém que não estar à altura daquele que foi um dos baluartes da Inconfidência Mineira. Não seria mais justo homenagear a professora Iza Mota, quem educou os filhos do Apodi com competência e vasta sapiência, e ainda por ter sido velha moradora e ter o local da sua escolinha particular, naquela travessa?
O Apodi não sabe homenagear o que foi importante para a sua cidade, renegam e desvalorizam os vultos do passado. Veja a viela (ver foto 1), estreita, suja e imprópria para ressaltar o ex-prefeito e padre Orígenes Monte, na baixada da Malvinas. Já Cajazeiras da Paraíba, soube valorizar este grande homem. Deslumbre com (ver foto 2) o suntuoso prédio público que aquela cidade rendeu-lhe homenagem. Dar para sentir que precisamos avançar e ter mais discernimento das pessoas que merecem destaques póstumos com justeza sendo nome de rua e de demais órgãos do governo municipal, estadual e até federal.
Doem em meus olhos ao trafegar pelas velhas e novas ruas que surgem em minha terra e as placas não representam e não nos remete a história do Apodi. Sei que os tempos mudaram, mas não deveríamos aceitar perder a tradição, a cultura, os valores que rege a nossa sociedade. Não banalizem o crime nas ruas do Apodi.      

Paraibanos sabem render justa homenagem a altura àquele que contribuiu para com a sociedade
     

Vista ampla do Fórum que recebe o nome de Padre Orígenes Monte, Cajazeiras - PB.

Compare e percebam que os paraibanos prezam seus entes e condecora a altura, aqueles que legaram contribuição para a sociedade, já os apodienses... Estamos à mil anos-luz de saber homenagear justamente.



Apodienses não sabem homenagear os que fizeram pelo bem-estar de sua terra. Padre Orígenes Monte merecia mais do que uma viela, do que um beco sujo nos arrabaldes intransitável. Os logradouros deveriam receber nomes de acordo com importância que tem e a do nome a ser dado.

Natal, 04 de janeiro de 2011.
Nuremberg Ferreira de Sousa


A cozinheira oficial da paróquia do Apodi "NEM DE LÚCIO FOGUETEIRO"

COM O LENÇO SOBRE A CABEÇA: A COZINHEIRA OFICIAL DA PARÓQUIA DO APODI DURANTE MAIS DE 30 ANOS - A SOLTEIRONA "NEM DE LÚCIO FOGUETEIRO",CUJO NOME CIVIL ERA MARIA NAZARÉ DA SILVA,NASCIDA A (21.12.1918) E FALECIDA NO ANO DE (2007). "NEM" ERA FILHA LEGITIMA DE LÚCIO AGOSTINHO DA SILVA E DE PICHAU (CASAL TRONCO DA FAMÍLIA DOS "LÚCIOS"). ESTE CASAL TEVE UMA PROLE DE 16 FILHOS,DENTRE OS QUAIS TIÃO LÚCIO E DOTÔ NÊGO, E DE COTÓ, A DOCEIRA/BOLEIRA OFICIAL DO APODI.

Grande historiador José Leite, Autor de 10 livros sobre a historia do Apodi.

GRANDE HISTORIADOR JOSÉ LEITE, PROFÍCUO AUTOR DE 10 LIVROS SOBRE A HISTÓRIA DO APODY, COM O TÍTULO "FLAGRANTES DAS VÁRZEAS DO APODI",PUBLICADOS PELA COLEÇÃO MOSSOROENSE. JOSÉ LEITE É CONHECIDO EM APODY COMO SENDO DEDÉ DE LINO LEITE,POSTO QUE ERA FILHO DE LINO FERREIRA LEITE (FAMÍLIA DOS PICHECOS) E DE FRANCISCA DAS CHAGAS LIMA (D. CHAGUINHA). TEM UM FILHO QUE É DESEMBARGADOR EM BRASÍLIA - O DES. GEORGE LOPES LEITE.ERA CASADO COM MARIA DE LOURDES LOPES,IRMÃ DO PROF. ROBSON LOPES. APODY DEVE UMA RUA COM SEU NOME ENRIQUECENDO A TOPONÍMIA DOS LUGARES DA CIDADE.