HOJE É A VEZ DE ESTE BLOG PRESTAR UMA JUSTA HOMENAGEM AO MEU AVÔ DANTAS.
Com o nome de ofício de Raimundo de Freitas. Hoje, a página eletrônica deste blog presta homenagem a Dantas.
Natural deste município, nascido no dia 22/05/1922 (vinte e dois de maio de mil novecentos e vinte e dois), filho de Júlia Maria de Freitas (mãe biológica) e Manoel José Dantas e Maria Romana Dantas (pais adotivos).
Casou-se com Francisca Alves de Freitas no dia 05/12/1948 (cinco de dezembro de mil novecentos e quarenta e oito), sendo seu matrimônio celebrado pelo o padre Renato de Menezes. Desse casamento sua prole é constituída onze filhos (sete homens e quatro mulheres).
Ele sempre foi um homem apaixonado pela a música, isso justifica por ter sido “tarolista” (como muitos chamam), essa consagração deu-se na época em que a banda era regida pelo o maestro Porfírio.
Podemos até dizer que vovô era um homem polivalente, isto se justifica que além de ter a arte musical, também era o sonoplasta da antiga amplificadora instalada na Praça Getúlio Vargas, trabalhando ao lado do saudoso Wálter de Brito Guerra, como locutor oficial. Haja companheirismo. Trabalhou como eletricista ao lado dos saudosos Durreco e Raimundo da luz.
Além de tudo isso, para garantir ainda mais o status polivalente, dava assistência, consertando as antigas linhas telefônicas e serviços multifuncionais no antigo SESP em 1976 (mil novecentos e setenta e seis).
Na política, sempre defendeu o partidarismo, sendo do “lado vermelho”. Foi vigia da Praça Getúlio Vargas ao lado do saudoso Neném Zacarias.
Faleceu em Apodi no dia 18/04/2003 (dezoito de abril de abril de dois mil e três), vítima de insuficiência respiratória.




