PADRE FELIPE


Padre Felipe Werter S.C.J. esteve a frete da paróquia de Apodi em (1974-1977).

VEREADORES


Câmara de vereadores no ano de 1973. Na foto acima podemos ver da esquerda pra direita, três vereadores eleitos na época: Zominho, Geraldo de Sr. de Mariquinha e o grande intelectual Gerson Lopes.  

PEQUÉ FUTEBOL CLUBE


Essa vai para você que gosta de futebol, uma das melhores equipes do pequé formada por grades jogadores do nosso Apodi. Podemos ver da esquerda pra direita (em pé) Tantico, Jeje de Zé Cabral, Gerocildes, Nenêgo de Saboia, Jeová, Luis Leite, Odesio, (agaxado) Neto Romão, Roberto, Gilvan de Valdemiro, Ageu do Pastor, Daborê e Carlos Cabral. Nada melhor como relembrar grandes equipes do nosso Apodi.

JOSÉ MARTINS DE VASCONCELOS


José Martins de Vasconcelos nasceu na cidade de Apodi, no dia 11 de novembro de 1874. Ainda muito moço foi para mossoró a fim de procurar trabalho e estudar. Ali iniciou sua vida, desenvolvendo atividades modestas; foi vendedor de jornais, alfaiate, músico, para depois ingressar no jornalismo, dedicando-se ao mesmo a serviços tipográficos, instalando uma tipografia, ``O NORDESTE´´, ainda hoje em pleno funcionamento. Participou ativamente de todos os movimentos literários e políticos de sua época, fundou jornais, fez teatro, criou bandas de música, escreveu e publicou os seguintes livros: ``Saltérios de Saudades´´(poesias), ``Renovos D´Alma´´(poesias), ``O Sultão´´(poesias), ``Histórias do Sertão´´(contos), ``Goivos´´(poesias). Faleceu em mossoró aos 73 anos de idade, onde viveu e desenvolveu suas atividades de jornalista, poeta, músico, comerciante e intelectual dos mais primorosos.

MINHA TERRA (APODI)
VINHA DE LONGE, DE OUTRAS TERRAS VINHA CISMADO EM TI, A LUZ D´UM SOL CANDENTE QUANDO VISEI-TE NO TAPIZ FLORANTE, FORMOSO E ALTIVA, O MEIGA TERRA MINHA.
VI-TE CINGINDO UM ARREBOL QUE TINHA UNS NIMBOS DE OURO SOB O CÉU RIDENTE; RIA A TEUS PÉS UM ESTENDAL VIRENTE DE UM LAGO AMENO, ONDE O AMOR SE ANINHA!...
VIA A IGREJINHA DE SÃO JOÃO BATISTA, NOSSO PATRONO; E A CAPELINHA ANTIGA DO CEMITÉRIO, ONDE EU FUI BATIZADO.
QUANTA SAUDADE NESSA TARDE QUISTA TIVE DE TI, COMO DA QUADRA AMIGA DE MINHA INFÂNCIA, O MEU TORRÃO AMADO.

MOSSORÓ, 8 DE AGOSTO DE 1903
                         JOSÉ MARTINS DE VASCOCELOS

APODI ANTIGUIDADES

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PADRE PEDRO NEEFS


Um dos padres que mais amor a cidade de Apodi. Autor de vários projetos importantes para nossa cidade. Ele criou a FUNDEVAP, balneário da lagoa de Apodi, banda de música e entre outros. Padre Pedro Neefs S.C.J. passou pela nossa paróquia nos anos de (1965 até 1969).

LAJEDO DE SOLEDADE


Um patrimônio cultural preservado com o patrocínio da PETROBRÁS:
O lajedo de soledade, um exemplo de preservação do patrimônio cultural brasileiro, com o patrocinío da PETROBRÁS, localizado em Apodi RN, é a maior exposição de rocha calcária da bacia potiguar, que se formou há milhões de anos, quando um mar raso cobria a região. posteriormente com recuo do mar, chuvas e correntes esculpiam o calcário, criando cavernas, fendas e abrigos, que durante a estação chuvosa grande quantidade de água, o que tem atraído, desde milhões de anos, enormes animais da fauna pleistocênica e, mais recentemente, o homem pré-histórico.
Estas ocupações tem sua comprovação através dos inúmeros vestígios encontrados, como ossos de mastodontes, preguiças e tatus gigantes, e também gravuras e pinturas rupestres registradas nos pisos, paredes e tetos dos abrigos rochosos.

TONASCI INSTRUMENTOS MUSICAIS

Rua: Dr. José de Mozart Menescal 56, Próximo ao Ginásio de Esportes Apodi RN
Contato: (084) 9441-9003  (084) 3333-2996
Org: Antônio Celso

PRAÇA E PÁLACIO FRANCISCO PINTO

Praça em homenagem a Francisco Pinto.
Pálacio Francisco Pinto construído em 23-03-1929 restaurado em 23-06-1992 onde funciona a Prefeitura Municipal de Apodi.

FRANCISCO FERREIRA PINTO



Francisco Ferreira Pinto era filho de Casimiro Ferreira Pinto e Vicência Gomes de Oliveira, o mais velho dos dezoito filhos do casal, Em terras do sítio merêncio em cujas proximidades nasceu, neste município, no dia 17 de abril de 1895, dedecou-se durante alguns anos a trabalhos da agricultura, não fugindo á tradição da família, toda ela ligada á atividades agrículas. Passando algum tempo, ainda jovem, abandonou as vazantes da lagoa Apodi e as terras do sítio pequé, onde plantava arroz e pastorava passarinhos, para se dedicar ao ramo comercial, a convite de parentes, que desfrutavam de boa situação social, economica e política, em Apodi. Iniciou como balconista da firma João Jázimo de Oliveira Pinto, para logo depois passar a sócio, firmando-se mais tarde por  conta própria. Nesta nova atividade prosperor rapidamente, graças á sua extraordinária capacidade de trabalho, no qual alimentava suas esperanças de realizações, inclusive em benefício de sua terra. Estimulado pelo seu espírito empreendedor, explorou, também, o setor industrial, instalando uma usina de beneficiamento de algodão nesta cidade, de parceria com seu irmão Lucas Pinto, no ano de 1932.  Frequentou a escola do eficiente professor Antônio Laurêncio Dantas, onde aprendeu noções de português, aritmética, história e geografia, relevando admirável inteligência. Não teve, entretanto, condições de alcançar estudos de nível mais elevados, condicionado que estava, á situação econômica do pai, pequeno agricultor, sem possibilidade de mandá-lo para um centro mais desenvolvido, onde pudesse aprimorar seu aprendizado. Chico Pinto chegou a suprir, em parte, essa deficiência, através da leitura, adquirindo bons conhecimentos, o que lhe proporcionou meios de proveitoso relacionamento com o mundo social, comercial e político, atividades que abraçou com entusiasmo e disposição de luta. Como político, influencia do por seu parente e protetor João Jázimo, tornou-se um altêntico líder do seu povo, a cujos problemas dedicava grande parte de seu tempo, em busca de solução. Ao assumir uma cadeira de Deputado Estadual, conseguiu diversos melhoramentos para o município, inclusive serviço telefônico para a vila Itaú, escolas, campo de aviação para esta cidade, não tendo sido inaugurado devido a eclosão do movimento revoluciónario de 1930. Como Prefeito Municipal realizou obras de grande importância, merecendo destaque a construção do prédio para funcionamento da Prefeitura, cadeia Pública, criou banda de música, instituiu sociedade literária, dando-lhe sede própria, além de outros melhoramentos que marcaram sua ação administrativa em benefício da coletividade, desenvolvida no período de 1927 a 1930. Herdara o tradicional prestígio da família Pinto, principalmente legado pela respeitável figura do Coronel Antônio Ferreira Pinto, exemplo de honradez, dignidade e espírito Público. O Coronel Antônio Ferreira Pinto foi o mais habilidoso politico do Apodi em todos os tempos. Foi eleito varias vezes aos cargos de Deputado Estadual e Presidente da Intendência Municipal, o que atesta seu indiscutível prestígio eleitoral em Apodi, no Império e na República. Sempre respeitado por correligionário e adversários, o Coronel Ferreira Pinto soube cultivar um universo de afetivas amizades, ao longo de sua proveitosa existência, sempre voltada para o bem, o que lhe assegurava o predomínio no campo das lutas eleitorais, intinerário que trilhou com segurança até o final de sua carreira política, encerrada com sua morte, em 1909, aos 71 anos de idade.

Ao lado dos amigos, aos quais dedicava consideração e lealdade, Chico Pinto lutou sem medo, contra os abusos das interventorias revolucionárias instalada no estado, após o movimento de 1930, enfrentando violências e perigos de ferrenhos adversários. Sua coragem e seu entusiasmo nas lutas políticas, contra um sistema de governo autoritário e violento, lhe custaram sérias, e contudentes perseguições. Conforme foi relatado, Chico Pinto preso, antes da revolução de 1930, por um grupo de cangaceiros, em maio de 1927, que aqui veio com a finalidade de assasiná-lo, por questões políticas, surgidas naquela época. No mês de Julho de 1933 , foi intimado a comparecer á presença do representante do Interventor Mário Câmara, neste município, senhor Benedito Dantas Saldanha, para justificar supostas críticas por ele feitas ao sistema de governo que estava sendo adotado no Rio Grande do Norte, fincando preso numa das selas da cadeia Pública de Apodi. No dia 2 de maio de 1934, foi assasinado no seu próprio lar, quando se recolhia para dormir. Terminara a costumeira prosa na calçada de sua residência, onde, todas as noites, reuniam-se correligionários e amigos de sua intimidade. Nessas ocasiões, como era natural, predominavam assuntos de natureza políticas. Alguns participantes da abitual reunião ainda não havia se distanciado muito do local do crime, quando foram alertados pelo tiro fatal. Ao retornarem apressadamente a casa do amigo, já o encontraram sem vida, prostrado ao solo.